A eletroestimulação é uma alternativa contra depressão

reportagem do jornal o tempo A eletroestimulação é uma alternativa contra depressão

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A eletroestimulação é uma alternativa contra depressão reportagem do jornal o tempo. Segue o link da matéria na integra é só clicar e acessar no site do jornal o tempo.

 

https://www.otempo.com.br/brasil/a-eletroestimulacao-e-uma-alternativa-contra-depressao-1.3239849

A adesão à eletroestimulação transcraniana, surgida no fim da década de 1990, vem aumentando, segundo explica o psicólogo Alessandro Goulart CRPMG 04/50220

 Por Vitor Fórneas Publicado em 23 de setembro de 2023 | 09h00

A adesão à eletroestimulação transcraniana, surgida no fim da década de 1990, vem aumentando, segundo explica o psicólogo Alessandro Goulart. “Antes, as pessoas se afastavam pois tinham medo, já que associavam (a técnica) à eletroconvulsoterapia. A procura de uns anos para cá tem sido impressionante, pois os resultados são efetivos”, afirma.

Alessandro Goulart – Psicólogo especialista em tratamento de eletroestimulação transcraniana

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Veja também a Entrevista Explicando a Neuromodulação Cerebral para Tratamentos para o TDAH , Bipolaridade, Depressão, Ansiedade.

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  • Como funciona a eletroestimulação craniana?

A eletroestimulação transcraniana busca modular e possibilitar o funcionamento cerebral de maneira a colocar mais energia onde se tem menos energia e a aliviar o sistema em que há bastante energia. É uma técnica que surgiu no fim dos anos 1990.

  • O uso da técnica é recomendado em qual momento da depressão?

Temos que diferenciar tristeza e depressão, pois a primeira é passageira, enquanto a outra consome a pessoa. Digamos que a pessoa ficou um ano tomando antidepressivos, mas não se recuperou mesmo trocando vários medicamentos. A eletroestimulação transcraniana é uma alternativa.

  • Há algum efeito adverso?

Trinta e três mil sessões de eletroestimulação foram avaliadas em um artigo científico, e em nenhuma delas o paciente apresentou efeitos adversos, como enjoos, dor de barriga. A efetividade é comprovada nos estudos.

Clique no link abaixo e leia o artigo cientifico onde foram realizadas trinta e três mil sessões comprovando a excelência da técnica. Clique aqui. 

  • Qual a diferença do efeito dos remédios antidepressivos comparados com a eletroestimulação?

Todo medicamento tem um contraponto, ou seja, uma reação. A eletroestimulação, por sua vez, não, porque o cérebro trabalha por eletricidade. Quando se toma o remédio, transforma-se algo químico em eletricidade, fazendo com que ela seja excitada ou inibida no funcionamento cerebral. Já a eletroestimulação transcraniana vai diretamente no ponto. Por isso temos as melhoras das pessoas no tratamento de depressão. É possível associar as duas técnicas. Os remédios não são vilões. A eletro com antidepressivos pode, certamente, fazer com que o paciente tenha ganho ainda maior no tratamento.

  • O aperfeiçoamento da técnica se dá com o avanço da tecnologia?

Os equipamentos usados atualmente são mais modernos. Nos primórdios da técnica algumas dificuldades eram encontradas. A principal diferença de hoje em dia é que, agora, a corrente elétrica é entregue da forma certa, sem que tenhamos oscilação na intensidade. Para saber a intensidade necessária são realizados exames de imagens no cérebro.

  • O que faz os resultados da técnica serem positivos?

Não pode ser somente a técnica nem somente o medicamento. Tem que ser um sistema envolvido. É preciso aliar, por exemplo, a eletroestimulação com os medicamentos e a terapia.

  • O paciente pode ter recaídas?

A eletroestimulação coloca a energia na região em que não havia e fomenta mudança, o incômodo. Sendo assim, proporciona a recuperação. Mas, se a pessoa voltar para a tendência de vida que tinha antes, de ver coisas tristes, consumir álcool; a tendência, certamente, é de voltar. Por isso, é preciso sempre ficar vigilante com aquilo que se consome. Ter um círculo virtuoso é efetivo e fará com que o paciente tenha uma ganho significante.

  • Quantas sessões são recomendadas a serem realizadas?

Para realmente ter uma modulação cerebral, no mínimo 30 sessões – de 30 a 40 minutos de duração cada. Geralmente fazemos 20 no início e observamos o andamento. Na depressão, por exemplo, começamos com uma sessão por dia de segunda a sexta, tendo um descanso no fim de semana. Fazendo esse esquema, na 20ª sessão começamos a desacelerar, passando para três sessões por semana. Outro ponto que determina a duração do tratamento é o nível da depressão – temos 12 tipos, e para todas a técnica pode ser aplicada.

  • Tem aumentado a procura?

Sim, a procura de uns anos para cá tem sido impressionante. Um ponto que afastava as pessoas é o medo que tinham, pois associavam com a eletroconvulsoterapia, que provoca efeitos adversos, ainda que leves, e só pode ser realizada em hospital psiquiátrico. Não estamos falando que é a cura milagrosa. Se o tratamento contra a depressão não está dando certo na forma tradicional, vamos tentar outro.

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